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A Programação

Uma consequência direta da introdução da Computação em praticamente todos os setores da Sociedade é a crescente demanda por profissionais dessa área. De acordo com a agência americana de estatísticas Bureau of Labor Statistics, entre 2010 e 2020, a previsão de aumento na taxa de novos empregos nos Estados Unidos no grupo “Matemática e Computação” é de 22%. No caso do Brasil, o aumento na demanda por profissionais de Computação reforça a necessidade de atrair mais interessados para a disciplina. No entanto, observamos um crescente desinteresse por cursos relacionados ao setor de Tecnologia da Informação, o que vem acarretando diretamente na escassez de mão de obra disponível no mercado. O governo Brasileiro já reconhece que o Brasil pode perder R$ 115 bilhões por ano a partir de 2017 por falta de profissionais de Tecnologia da Informação.

Visto que o desenvolvimento de algoritmos e programas exige competências avançadas, quanto mais cedo os alunos tiverem a oportunidade de desenvolver essas habilidades, menor a dificuldade para que as mesmas sejam desenvolvidas. Com isso, trazer o ensino da programação para o ensino médio pode ser uma estratégia importante para se quebrar a barreira de aprendizado, além de permitir maior interesse pela Computação, trazendo mais profissionais para a área no país.

O Introcomp

O projeto Introcomp – Introdução à Computação, aos moldes de uma estratégia já adotada no Estados Unidos, vem com a premissa principal de levar o ensino de programação a alunos do ensino médio, tendo como foco os alunos da rede pública, visto que, geralmente, os programas visando inclusão digital desenvolvidos pelo Governo Federal  se limitam ao treinamento no uso de tecnologias (informática básica), e não à programação em si.

Promovido e criado no final de 2010 pelo PET Engenharia de Computação da UFES, o Introcomp proporciona aos estudantes a oportunidade de explorar mais a fundo tecnologias da informação, bem como serem capazes de resolver problemas por meio da computação, instigando nestes características como a criatividade e, principalmente, o raciocínio lógico.

Luiz Otávio Gerhardt

Atualmente no quinto período do curso, Luiz Otávio sempre se interessou pela programação e na área acadêmica. Ingressar no curso de Engenharia de Computação apenas aumentou estes seus interesses. Além disso, Luiz tem como principais hobbies a música e games.

Lucas Leite

Lucas foi aluno do Introcomp em 2011 e, desde 2013, atua como professor do curso. Com o apoio do Introcomp, em 2013, conquistou o 2º lugar no TRUFES I e o 1º lugar no TOPCOM 11. Nas horas vagas, gosta de sair com os amigos e assistir a seriados e filmes.

Georgeana Dias

Georgeana é aluna do 3o período de Engenharia de Computação na UFES. Quando não está estudando para sua graduação, procura se aprofundar em assuntos relacionados a design e desenvolvimento web. Nas horas vagas, Georgeana gosta de desenhar ou de jogar League of Legends.

Douglas Funayama

Além de professor de programação no Introcomp, Douglas também integra a Equipe de Robótica da UFES (ERUS). Quando não está trabalhando com algo relacionado a robótica, procura se aprofundar em automação, desenvolvimento web e visão computacional.

Rodolfo Valentim

Rodolfo fez recentemente um intercâmbio de um ano no curso de Advanced Applied Sensors no Hanze Institute of Tecnology localizado na Holanda. Sempre cheio de novas ideias, Rodolfo também integra a Equipe de Robótica da UFES.

Lorenzo Moulin

Lorenzo tem interesse em redes de computadores, telecomunicações e automação. Sempre que pode, está buscando alguma forma de automatizar suas tarefas no ambiente de trabalho.

Luiz Felipe F. Mai

Luiz Felipe é desenvolvedor web e é aficionado em aprender assuntos das mais diversas áreas. Por amar programar, está sempre buscando algum novo projeto para desenvolver. Nas suas horas livres, gosta de ouvir música e assistir séries.

Leonardo Ferreira

Leonardo é apaixonado por computação desde que "se conhece como gente", tendo interesse principalmente nas áreas de redes e segurança da informação. Atualmente é aluno de iniciação científica do laboratório NERDS, onde trabalha com computação em nuvem e virtualização.

Gustavo Alochio

Gustavo participou da turma de 2015 do Introcomp e ficou entre os 5 melhores alunos da rede estadual. Em 2016, iniciou o curso de Engenharia da Computação na UFES, campus goiabeiras. Seus principais interesses são automação e desenvolvimento mobile.

Nicole Rizzi

Nicole tem como foco principal o ensino de programação, integrando assim a equipe Introcomp. Além disso, possui interesse nas áreas de desenvolvimento de jogos, inteligência artificial e programação competitiva. Nicolle tem a música/dança como seu principal hobby.

Isabel Maria Rocha Bustamante

Isabel fez parte da turma de 2012 do Introcomp e conquistou o 2º lugar no TRUFES I aumentando seu interesse na área de programação. Em 2015 iniciou o curso de Engenharia da Computação na UFES em São Mateus e recentemente se transferiu para o Campus Goiabeiras. Atualmente, além do Introcomp, ela também integra a Equipe de Robótica da UFES(ERUS).

Preparatório

Nos seis meses que procedem o curso do Introcomp, é iniciado o preparatório para a Olímpiada Brasileira de Informática (OBI), no qual é ofertado aulas para alunos que queiram competir nas modalidades de Programação. A OBI, organizada pelo Instituto de Computação da UNICAMP, é uma competição organizada nos moldes das outras olimpíadas científicas brasileiras, com medalhas como forma de premiação para os alunos mais bem colocados. A competição exige conhecimentos aprofundados em programação de computadores, com questões de níveis fáceis até mais complexos, promovendo aos alunos o desafio de resolverem problemas de maneira eficiente e no menor tempo possível, fazendo uso de alguma linguagem de programação.

No preparatório para OBI, os alunos terão a oportunidade de se dedicar ao estudo de algoritmos mais sofisticados, aprendendo de forma divertida e desafiadora conceitos importantes sobre estruturas de dados e desenvolvimento de software. Em paralelo, eles também aprenderão a lidar com ambientes de pressão, tão comuns em competições de programação e, certamente, no mercado de trabalho. Diferentemente do IntroComp, o preparatório não requer uma prova de seleção. O curso preparatório fica destinado àqueles que se interessem pela competição ou que almejem aprender mais sobre assuntos notáveis da computação, sendo formandos do Introcomp ou não!

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